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Estrutura

Metodologia

 

Sistema Pinyin

 

O pinyin (拼音, pīnyīn) é o método (sistema de romanização) usado oficialmente na República Popular da China para transcrever, no alfabeto latino, o dialecto Mandarim padrão da língua chinesa.

 

Pinyin significa, literalmente, "soletração de sons", onde, precisamente, pin quer dizer soletração e yin: som. Uma tradução menos literal pode ser "foneticismo”, "soletração” ou “transcrição”.

 

A mais comum e mais usada variante do pinyin é o chamado Hanyu Pinyin, onde Hànyǔ significa mandarim, no dialeto mandarim. O Hanyu Pinyin é também conhecido como esquema do alfabeto fonético chinês .

 

O Hanyu Pinyin foi aprovado em 1958 e adotado em 1979 pelo governo da República Popular da China. Ele superou sistemas anteriores de romanização, tais como o Wade-Giles (1859), que foi modificado em 1892, e o Pinyin de Sistema Postal, e também substituiu o Zhuyin como o método de instrução fonética chinesa na China Continental. O Hanyu Pinyin foi adotado em 1979 pela Organização Internacional de Padronização (International Organization for Standarzation) (ISO) como a romanização padrão do chinês moderno (ISO-7098:1991). Ele também foi aceito pelo governo de Singapura, pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, e pela Associação de Bibliotecas Americanas (American Library Association), como também por vários outros organismos internacionais. Igualmente se tornou uma ferramenta útil em digitações de textos da língua chinesa em computadores.

 

Wayner Lyra

O pinyin é uma romanização, e não uma anglicização, ou seja, ele utiliza letras latinas para representar sons no Mandarim padrão. A maneira de efetuar tal representação no pinyin difere, em alguns casos, do estilo de simbolização escrita de sons em outras línguas que usam o alfabeto latino. Por exemplo, os sons indicados nesse dialeto pela letra b e g correspondem mais precisamente aos sons representados, respectivamente, pela letra p e k no emprego ocidental do alfabeto latino. Outras letras, como j, q, x ou zh indicam sons que não correspondem exatamente a nenhum som em inglês. Algumas das transcrições no pinyin, tais como a terminação “ang”, também não correspondem a pronúncias da língua inglesa.

 

Ao permitir que caracteres latinos se refiram a sons chineses específicos, o pinyin realiza uma romanização precisa e compacta, o que é conveniente para falantes nativos chineses e acadêmicos. Contudo, isto também significa que uma pessoa que nunca estudou chinês, ou o sistema do pinyin, está sujeita a cometer graves erros de pronúncia. Porém, este é um problema menos sério com sistemas de romanização se comparado com os anteriores, tais como o Wade-Giles.

 

Fonte

Wikipedia - Saiba mais

 

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